El Barranquismo nuestra Jihad from MrFrogg on Vimeo.
24/06/2009
23/06/2009
Merda para todos
“En la lista del ESOCAN hoy me ha llegado un email con un enlace que os recomiendo especialmente. El título del mismo se podría resumir en "Mierda para todos". Y dice mucho, o tal vez poco, de lo que acontece en la práctica de este deporte. En concreto, se trata de "Reflexiones sobre el estado de conservación de la Travesía Cueto -Coventosa. Autor: Iván Expósito. 22 de junio del 2009"”
É sempre motivador para nós sabermos que "não somos os únicos a olhar o céu" ou, neste caso em particular, os únicos a ver "merda" onde tantos outros, pelos vistos, nada vêem! Seja no tecto do mundo seja nas profundezas da Terra, seja no campo base e nos campos de altitude do Everest ou nas condutas subterrâneas de Cueto-Coventosa podemos dizê-lo com frontalidade: a merda é a mesma. Bien, estilos à parte,..
22/06/2009
16/06/2009
Um mundo, por vezes, pequeno
09/06/2009
05/06/2009
Dia Mundial do Ambiente
"Para que o Homem possa sair da abjecção, pela força da alma, deve concluir uma aliança eterna com a antiga mãe, a Terra."
Viva o Planeta Azul
Viva Gaia
28/05/2009
20/05/2009
Defesa de Sicó-Alvaiázere
23/04/2009
Ler e/ou oferecer um livro

O livro é comemorado um pouco por todo mundo e Portugal não constitui excepção, sendo
muitas as instituições que assinalam este dia, através da realização de feiras do livro, exposições, espectáculos, palestras, declamações ou outras iniciativas. Por exemplo, o movimento de bookcrossing de Portugal vai distribuir gratuitamente livros de autores nacionais em locais públicos, tais como bancos de jardim e paragens de autocarros. No entanto, todas as iniciativas que hoje se realizam não serão demais tendo em conta a realidade nacional. Os portugueses são os europeus que menos lêem. No ano passado 43% dos portugueses não leram um único livro! E, em números redondos, só cerca de um em cada cinco portugueses é que estão agora a ler um livro!! Esta é a pura e dura realidade cultural deste país onde ainda pululam ideias (mal)feitas sobre os livros e a leitura.
Ao género de “um doutor é um burro carregado de livros” ou boçalidades do género! Não será, pois, de espantar os preconceitos que ainda abundam em certas cabecinhas pátrias sobre livros e intelectuais, em que se confunde leitura com bibliofagia!!! Não passam de gritantes manifestos de ignorância (ou mais esconsas motivações) em que certos coca-bichinhos tentam demarcar-se, pelos vistos, de supostos bichos (geralmente ratos) de biblioteca. Mas, corações ao alto! No meio destas pretensas confusões há que destacar e saudar este dia dedicado aos livros e à leitura. Ainda para mais quando o panorama internacional no que concerne a livros sobre espeleologia não será o mais auspicioso (e a nível nacional se poderá considerar praticamente inexistente)…“Partilhar livros e flores, nesta primavera, é prolongar uma longa cadeia de alegria e cultura, de saber e paixão, é manter viva a chama que nos alenta o coração e nos aquece a alma, é dar continuidade à demanda de emoções que o livro transmite e o Homem sente.
Esta data é simbólica, sem dúvida, pois os livros, tal como as emoções, devem fazer parte da vida de qualquer humano todos os dias, em qualquer momento. As palavras, as páginas, os livros, são termos secos mas contêm em si, cada um, mensagens e sentimentos tão fortes e vivos como a mais pura das crianças.”
22/04/2009
Simplesmente eco-lógico
Hoje comemora-se o Dia da Terra e, por isso, desenvolvem-se inúmeras iniciativas para celebrar esta data. As edições especiais ou suplementos nos media são regra, tais como as inevitáveis palavras ou conceitos-chave: efeito estufa, alterações climáticas, subida do nível médio das águas do mar, energias alternativas, sustentabilidade, pegada ecológica, reciclar, reutilizar, reduzir, etc.. O jornal Público editou um “Suplemento Dia da Terra”, o jornal Metro apresentou uma “edição verde”, inteiramente dedicada a questões ambientais e (pasme-se) em papel verde, onde lançou o projecto Go Green, etc., etc., etc..Para comemorar este 22 de Abril, o National Geographic Channel apresenta uma maratona de 24 horas de programas sobre o planeta Terra e formas alternativas de promover a sua conservação. No site do National Geographic Channel tem-se acesso ao microsite Dia da Terra 2009, com conteúdos sobre ambiente e vídeos com testemunhos de cidadãos portugueses relatando pequenos gestos que põem em prática por uma cultura ambiental responsável. O Nat Geo Music organiza um concerto a partir da Piazza Del Popolo, em Roma (Itália), com atracções musicais entre as quais se destaca Ben Harper. Enfim, não faltam iniciativas...
Afinal parece que ainda podemos ter alguma esperança face à cegueira ou ao autismo perante a destruição dos recursos naturais. A sensibilização ambiental é crescente e, sobretudo, apesar de muitas vezes as eco-campanhas não passarem disso mesmo (a venda de produtos com base no rótulo “verde”) e as propostas de preservação/conservação da natureza não passarem de tiros ao lado ou mesmo tiros no pé, por vezes constata-se a ocorrência de disparos mais certeiros! Regressar aos estilos de vida dos anos 70, segundo um estudo publicado no International Journal of Epidemiology, para reduzir o consumo, o número de obesos e, inclusive, as emissões de dióxido de carbono?! E se regressássemos a tempos ainda mais recuados? Começamos a “colocar o dedo na ferida”? A necessidade de mudar hábitos de vida para soluções sustentáveis, duráveis, “ecológicas”? Pois, dito assim, nem parece difícil. No entanto, isso implica mudanças reais, concretas, diremos mesmo radicais.
repensar muitos do hábitos fáceis que adquirimos. Não basta, por exemplo, trocar as lâmpadas normais por lâmpadas de baixo consumo: é necessário fazer como os nossos avós, que apagavam a luz quando saíam da sala. Não chega escolher um frigorífico mais eficaz ou uma televisão mais económica, é necessário aprender a utilizá-los de forma racional. E não se pode continuar a escolher um automóvel sem olhar para os níveis de emissão de CO2.Tudo isto e muito mais tem de ser feito porque nem que colocássemos torres eólicas em todas as cristas das nossas serras e forrássemos o Alentejo de painéis solares produziríamos a energia suficiente para as nossas necessidades. As renováveis são boas, mas não resolvem todos os problemas se mantivermos os nossos actuais hábitos de consumo. É bom não ter ilusões.” [José Manuel Fernandes ● Editorial in jornal Público (Ano XX, nº 6959, 22/Abr. 09)]
Não temos alternativa, temos de ser simplesmente eco-lógicos sempre, porque todos os dias são Dia da Terra. E este Planeta Azul, Terra Mãe ou Gaia, como se lhe queira chamar, é o nosso lar...
Salvar a Terra
[Isabel Stilwell ● Editorial do jornal Destak (Ano 8, nº 1131, 22/Abr. 09)]




