22/06/2009
16/06/2009
Um mundo, por vezes, pequeno
A relatividade é tão marcante e inquestionável quanto o pragmatismo da frase "a vida é dura". E é perante situações extremas que essas e outras verdades surgem, nuas e cruas, em toda a sua violência, fazendo-nos lembrar que por vezes o mundo nos parece tão grandioso e noutras bem pequeno!... Um exemplo disso é dado pelo ditado popular "as más notícias sabem-se depressa". Coincidências, sincronismos?...
Na tarde do passado sábado (13 de Junho), enquanto participava numa actividade em Cartagena (Múrcia), soube da morte de um canionista murciano que participava no encontro Gorgs-Mayencos 2009. No final da tarde soube que o corpo já teria sido resgatado do rio. As causas do acidente e a identidade do praticante ficaram por saber... No dia seguinte (14 de Junho) conheci em Cieza (Múrcia) dois canionistas amigos do infortunado acidentado. Tratava-se do companheiro Jesus que ainda há poucos dias tinha estado no II Encontro Nacional de Canyoning - Meeting de Canyoning Madeira 2009, juntamente com um grupo de amigos murcianos e a canionista Maria Amélia Moreira do EC/DC Portugal. Uma triste notícia contrastante com a beleza do Cañon de Almadenes, enquadrado pelas paredes da Cueva-Sima La Serreta...
Ontem (15 de Junho), enquanto caminhava da povoação de San Pedro del Pinatar até ao aeroporto de San Javier sob o intenso sol murciano, recebi um telefonema do companheiro Duarte Silva... Se já sabia a triste notícia? Infortunadamente, sim. Mais uma vez, o velho ditado popular esteve certo e o mundo tornou-se pequeno... Qual não foi a minha surpresa quando hoje, chegado a Portugal, ao ligar-me à net descubro que não ocorreu uma morte mas três! Três mortes em três rios diferentes: Llech, Sorrosal e Literola.
Só me resta transmitir os meus sentimentos de pesar às familias e amigos. E reflectir sobre o sucedido... O que aconteceu, análises ou estatísticas à parte, foram três tragédias que nos marcam a todos: familiares, amigos e praticantes. Tal como é salientado no blog do EC/DC, o pior de tudo será encarar estes tristes acontecimentos de forma leviana. O canionismo não é uma actividade extremamente perigosa mas um canyon não se trata de um escorrega de água. E mesmo que o fosse até aí ocorrem acidentes...
09/06/2009
05/06/2009
Dia Mundial do Ambiente
"Para que o Homem possa sair da abjecção, pela força da alma, deve concluir uma aliança eterna com a antiga mãe, a Terra."
Viva o Planeta Azul
Viva Gaia
28/05/2009
20/05/2009
Defesa de Sicó-Alvaiázere
Apesar de não ter publicado nenhuma "posta" nos últimos tempos, por diversas razões (nomeadamente ter mais que fazer do que andar todos os dias em torno deste mundo "virtual"), não tenho estado alheado do que se tem passado no que concerne ao "mundo subterrâneo" português. Para quem já tenha pensado que se acabaram os "textos do passado" desengane-se porque ainda não se esgotou a fonte :) No entanto, e a bem da verdade, não estando propriamente virado para quebrar este silêncio dos "últimos tempos", não posso deixar de fazer referência à petição, que se encontra on-line, em defesa do Sítio Sicó-Alvaiázere, contra o aumento da Pedreira dos Penedos Altos: www.peticao.com.pt/sitio-sico-alvaiazere.
23/04/2009
Ler e/ou oferecer um livro

Hoje comemora-se o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. A iniciativa foi instituída, em 1996, pela UNESCO. A ideia de celebrar o Dia Mundial do Livro, surgiu na Catalunha, associada ao dia de S. Jorge (23 de Abril). Esta data foi escolhida para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros ofereciam às suas damas uma rosa vermelha (de São Jorge) e recebiam em troca um livro. Para além disso, é prestada homenagem a grandes escritores da literatura mundial que nasceram ou morreram nesta data: Shakespeare e Cervantes (falecidos em 1616, exactamente a 23 de Abril), Inca Garcilaso de la Veja ou Vladimir Nabokov. A celebração procura também encorajar as pessoas, especialmente os mais jovens, “a descobrir o prazer da leitura e a respeitar a obra insubstituível daqueles que contribuíram para o progresso social e cultural da Humanidade” (UNESCO).
O livro é comemorado um pouco por todo mundo e Portugal não constitui excepção, sendo
muitas as instituições que assinalam este dia, através da realização de feiras do livro, exposições, espectáculos, palestras, declamações ou outras iniciativas. Por exemplo, o movimento de bookcrossing de Portugal vai distribuir gratuitamente livros de autores nacionais em locais públicos, tais como bancos de jardim e paragens de autocarros. No entanto, todas as iniciativas que hoje se realizam não serão demais tendo em conta a realidade nacional. Os portugueses são os europeus que menos lêem. No ano passado 43% dos portugueses não leram um único livro! E, em números redondos, só cerca de um em cada cinco portugueses é que estão agora a ler um livro!! Esta é a pura e dura realidade cultural deste país onde ainda pululam ideias (mal)feitas sobre os livros e a leitura.
Ao género de “um doutor é um burro carregado de livros” ou boçalidades do género! Não será, pois, de espantar os preconceitos que ainda abundam em certas cabecinhas pátrias sobre livros e intelectuais, em que se confunde leitura com bibliofagia!!! Não passam de gritantes manifestos de ignorância (ou mais esconsas motivações) em que certos coca-bichinhos tentam demarcar-se, pelos vistos, de supostos bichos (geralmente ratos) de biblioteca. Mas, corações ao alto! No meio destas pretensas confusões há que destacar e saudar este dia dedicado aos livros e à leitura. Ainda para mais quando o panorama internacional no que concerne a livros sobre espeleologia não será o mais auspicioso (e a nível nacional se poderá considerar praticamente inexistente)…
“Partilhar livros e flores, nesta primavera, é prolongar uma longa cadeia de alegria e cultura, de saber e paixão, é manter viva a chama que nos alenta o coração e nos aquece a alma, é dar continuidade à demanda de emoções que o livro transmite e o Homem sente.
Esta data é simbólica, sem dúvida, pois os livros, tal como as emoções, devem fazer parte da vida de qualquer humano todos os dias, em qualquer momento. As palavras, as páginas, os livros, são termos secos mas contêm em si, cada um, mensagens e sentimentos tão fortes e vivos como a mais pura das crianças.”
O livro é comemorado um pouco por todo mundo e Portugal não constitui excepção, sendo
muitas as instituições que assinalam este dia, através da realização de feiras do livro, exposições, espectáculos, palestras, declamações ou outras iniciativas. Por exemplo, o movimento de bookcrossing de Portugal vai distribuir gratuitamente livros de autores nacionais em locais públicos, tais como bancos de jardim e paragens de autocarros. No entanto, todas as iniciativas que hoje se realizam não serão demais tendo em conta a realidade nacional. Os portugueses são os europeus que menos lêem. No ano passado 43% dos portugueses não leram um único livro! E, em números redondos, só cerca de um em cada cinco portugueses é que estão agora a ler um livro!! Esta é a pura e dura realidade cultural deste país onde ainda pululam ideias (mal)feitas sobre os livros e a leitura.
Ao género de “um doutor é um burro carregado de livros” ou boçalidades do género! Não será, pois, de espantar os preconceitos que ainda abundam em certas cabecinhas pátrias sobre livros e intelectuais, em que se confunde leitura com bibliofagia!!! Não passam de gritantes manifestos de ignorância (ou mais esconsas motivações) em que certos coca-bichinhos tentam demarcar-se, pelos vistos, de supostos bichos (geralmente ratos) de biblioteca. Mas, corações ao alto! No meio destas pretensas confusões há que destacar e saudar este dia dedicado aos livros e à leitura. Ainda para mais quando o panorama internacional no que concerne a livros sobre espeleologia não será o mais auspicioso (e a nível nacional se poderá considerar praticamente inexistente)…“Partilhar livros e flores, nesta primavera, é prolongar uma longa cadeia de alegria e cultura, de saber e paixão, é manter viva a chama que nos alenta o coração e nos aquece a alma, é dar continuidade à demanda de emoções que o livro transmite e o Homem sente.
Esta data é simbólica, sem dúvida, pois os livros, tal como as emoções, devem fazer parte da vida de qualquer humano todos os dias, em qualquer momento. As palavras, as páginas, os livros, são termos secos mas contêm em si, cada um, mensagens e sentimentos tão fortes e vivos como a mais pura das crianças.”
Hoje é um excelente dia para ler um livro. Ou, melhor, ler e oferecer um livro. Ou, melhor ainda, ler um livro e oferecer um livro e uma rosa... Que tal?
22/04/2009
Simplesmente eco-lógico
Hoje comemora-se o Dia da Terra e, por isso, desenvolvem-se inúmeras iniciativas para celebrar esta data. As edições especiais ou suplementos nos media são regra, tais como as inevitáveis palavras ou conceitos-chave: efeito estufa, alterações climáticas, subida do nível médio das águas do mar, energias alternativas, sustentabilidade, pegada ecológica, reciclar, reutilizar, reduzir, etc.. O jornal Público editou um “Suplemento Dia da Terra”, o jornal Metro apresentou uma “edição verde”, inteiramente dedicada a questões ambientais e (pasme-se) em papel verde, onde lançou o projecto Go Green, etc., etc., etc..Para comemorar este 22 de Abril, o National Geographic Channel apresenta uma maratona de 24 horas de programas sobre o planeta Terra e formas alternativas de promover a sua conservação. No site do National Geographic Channel tem-se acesso ao microsite Dia da Terra 2009, com conteúdos sobre ambiente e vídeos com testemunhos de cidadãos portugueses relatando pequenos gestos que põem em prática por uma cultura ambiental responsável. O Nat Geo Music organiza um concerto a partir da Piazza Del Popolo, em Roma (Itália), com atracções musicais entre as quais se destaca Ben Harper. Enfim, não faltam iniciativas...
Afinal parece que ainda podemos ter alguma esperança face à cegueira ou ao autismo perante a destruição dos recursos naturais. A sensibilização ambiental é crescente e, sobretudo, apesar de muitas vezes as eco-campanhas não passarem disso mesmo (a venda de produtos com base no rótulo “verde”) e as propostas de preservação/conservação da natureza não passarem de tiros ao lado ou mesmo tiros no pé, por vezes constata-se a ocorrência de disparos mais certeiros! Regressar aos estilos de vida dos anos 70, segundo um estudo publicado no International Journal of Epidemiology, para reduzir o consumo, o número de obesos e, inclusive, as emissões de dióxido de carbono?! E se regressássemos a tempos ainda mais recuados? Começamos a “colocar o dedo na ferida”? A necessidade de mudar hábitos de vida para soluções sustentáveis, duráveis, “ecológicas”? Pois, dito assim, nem parece difícil. No entanto, isso implica mudanças reais, concretas, diremos mesmo radicais.
“ (…) Tempos de crise como os que hoje atravessamos devem-nos levar a
repensar muitos do hábitos fáceis que adquirimos. Não basta, por exemplo, trocar as lâmpadas normais por lâmpadas de baixo consumo: é necessário fazer como os nossos avós, que apagavam a luz quando saíam da sala. Não chega escolher um frigorífico mais eficaz ou uma televisão mais económica, é necessário aprender a utilizá-los de forma racional. E não se pode continuar a escolher um automóvel sem olhar para os níveis de emissão de CO2.
Tudo isto e muito mais tem de ser feito porque nem que colocássemos torres eólicas em todas as cristas das nossas serras e forrássemos o Alentejo de painéis solares produziríamos a energia suficiente para as nossas necessidades. As renováveis são boas, mas não resolvem todos os problemas se mantivermos os nossos actuais hábitos de consumo. É bom não ter ilusões.” [José Manuel Fernandes ● Editorial in jornal Público (Ano XX, nº 6959, 22/Abr. 09)]
Não temos alternativa, temos de ser simplesmente eco-lógicos sempre, porque todos os dias são Dia da Terra. E este Planeta Azul, Terra Mãe ou Gaia, como se lhe queira chamar, é o nosso lar...
repensar muitos do hábitos fáceis que adquirimos. Não basta, por exemplo, trocar as lâmpadas normais por lâmpadas de baixo consumo: é necessário fazer como os nossos avós, que apagavam a luz quando saíam da sala. Não chega escolher um frigorífico mais eficaz ou uma televisão mais económica, é necessário aprender a utilizá-los de forma racional. E não se pode continuar a escolher um automóvel sem olhar para os níveis de emissão de CO2.Tudo isto e muito mais tem de ser feito porque nem que colocássemos torres eólicas em todas as cristas das nossas serras e forrássemos o Alentejo de painéis solares produziríamos a energia suficiente para as nossas necessidades. As renováveis são boas, mas não resolvem todos os problemas se mantivermos os nossos actuais hábitos de consumo. É bom não ter ilusões.” [José Manuel Fernandes ● Editorial in jornal Público (Ano XX, nº 6959, 22/Abr. 09)]
Não temos alternativa, temos de ser simplesmente eco-lógicos sempre, porque todos os dias são Dia da Terra. E este Planeta Azul, Terra Mãe ou Gaia, como se lhe queira chamar, é o nosso lar...
Mas hoje o que não falta são as iniciativas, até a Google adornou-se para a ocasião. Aproveite e faça uma busca acerca deste dia e do estado do ambiente planetário.
Salvar a Terra
“(…) Oscar Wilde, com o seu humor único, dizia que não valia a pena fazermos nada pelas gerações vindouras, porque, afinal, elas também não fizeram nada por nós. Mas este discurso cínico tem graça, sobretudo quando nos impede de vivermos apenas para os nossos filhos, o certo é que os efeitos dos crimes que cometemos contra a Terra vão cobrar a factura muito mais cedo do que prevíamos. A OMS alerta, por exemplo, para os riscos para a saúde, nomeadamente de mais malária, cólera, asmas, fome e guerra. E menos saúde mental. Ou seja, mesmo por razões egoístas, convém-nos salvar o planeta. (…)”
[Isabel Stilwell ● Editorial do jornal Destak (Ano 8, nº 1131, 22/Abr. 09)]
[Isabel Stilwell ● Editorial do jornal Destak (Ano 8, nº 1131, 22/Abr. 09)]
Aprender a respirar
“He drew me up from the desolate pit, out of the miry bog,
And set my feet upon the rock.”
Psalm 40

And set my feet upon the rock.”
Psalm 40

Não, por muito que possa parecer, não estamos numa de divulgar pessoal com o nome “Cave” (Gruta), apesar deste se tratar de um blogue sobre espeleologia! Ontem foi um Nick, desta feita trata-se de um Andy (também chamado “Cave”) mas o que o traz à colação é, na verdade, a sua obra Learning to breathe: From the depths of the pit to the roof of the world - an extraordinary odyssey.
“Aprender a respirar” não só mas também porque hoje se comemora o dia da Terra e esta obra desenvolve-se das escuras profundezas do universo mineiro de Yorkshire aos brilhantes ambientes das mais altas montanhas do planeta. Andy Cave pertence a uma família de várias gerações de mineiros e, tal como os seus parentes, abandonou a escola para trabalhar numa mina. Essa dura e marcante experiência subterrânea fez com que conhecesse intimamente esse mundo de poeira e escuridão. “It is a world full of superstition and ghost stories; a hidden landscape with its own peculiar unchanging lexicon; a world where black humour combats adversity; a world of tall tales.” Depois deu-se a metamorfose que o levaria às mais altas altitudes, a continuidade nos estudos que o conduziria a um doutoramente, a paixão e a desilusão…
“This passion of mine had started long ago when, as an inquisitive child, I scrambled up the local pit muckstack. Later, as a teenage coal miner disillusioned with the world of dirt and darkness, I had fallen in love with real mountain climbing. That night, approaching the tent on the knife-edge ridge of a Himalayan peak, little did I know that this love affair was about to end. The following four days would be the most harrowing of my life.”
“Aprender a respirar: Das profundezas do poço ao tecto do mundo - Uma extraordinária odisseia” abarca ambientes marcadamente distintos e, contudo, com inegáveis similitudes. Mas esta é sobretudo uma história humana, uma viagem interior, uma biografia de Andy Cave, na primeira pessoa.
“Aprender a respirar” não só mas também porque hoje se comemora o dia da Terra e esta obra desenvolve-se das escuras profundezas do universo mineiro de Yorkshire aos brilhantes ambientes das mais altas montanhas do planeta. Andy Cave pertence a uma família de várias gerações de mineiros e, tal como os seus parentes, abandonou a escola para trabalhar numa mina. Essa dura e marcante experiência subterrânea fez com que conhecesse intimamente esse mundo de poeira e escuridão. “It is a world full of superstition and ghost stories; a hidden landscape with its own peculiar unchanging lexicon; a world where black humour combats adversity; a world of tall tales.” Depois deu-se a metamorfose que o levaria às mais altas altitudes, a continuidade nos estudos que o conduziria a um doutoramente, a paixão e a desilusão…
“This passion of mine had started long ago when, as an inquisitive child, I scrambled up the local pit muckstack. Later, as a teenage coal miner disillusioned with the world of dirt and darkness, I had fallen in love with real mountain climbing. That night, approaching the tent on the knife-edge ridge of a Himalayan peak, little did I know that this love affair was about to end. The following four days would be the most harrowing of my life.”
“Aprender a respirar: Das profundezas do poço ao tecto do mundo - Uma extraordinária odisseia” abarca ambientes marcadamente distintos e, contudo, com inegáveis similitudes. Mas esta é sobretudo uma história humana, uma viagem interior, uma biografia de Andy Cave, na primeira pessoa.

21/04/2009
Resgates e Habilidades (II)
Por vezes será recomendável adoptar novas posturas, diferentes pontos de vista. Não ficar refém de ideias e preceitos repetitivos, preconcebidos… Por isso hoje apresentamos algo completamente diferente ou, pelo menos, inesperado num blogue sobre espeleo. É certo que o Nick se chama “Cave” (Gruta) mas isso trata-se apenas de uma coincidência. Hoje queremos mesmo é dar(-vos) música…
Leis de Murphy e outros considerandos à parte, não será sensato ignorar os perigos (sejam objectivos ou subjectivos) inerentes à prática de actividades de ar livre, entre as quais se inclui a espeleologia. E se a melhor forma de encarar os incidentes e os acidentes será baseada na prevenção, também é certo que a aposta no adequado resgate/salvamento é fundamental. E isto porque: os acidentes irão acontecer (accidents will happen)…
Leis de Murphy e outros considerandos à parte, não será sensato ignorar os perigos (sejam objectivos ou subjectivos) inerentes à prática de actividades de ar livre, entre as quais se inclui a espeleologia. E se a melhor forma de encarar os incidentes e os acidentes será baseada na prevenção, também é certo que a aposta no adequado resgate/salvamento é fundamental. E isto porque: os acidentes irão acontecer (accidents will happen)…
Subscrever:
Mensagens (Atom)




